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Aparência
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Uma investigação é um conjunto de verificações, cada uma respondendo uma pergunta só.
Não há meta nem regra a cadastrar. A verificação pega o seu histórico, calcula o que é normal naquele grupo e aponta quem está longe disso. São três tipos hoje:
| Verificação | A pergunta que ela responde |
|---|---|
| Comparar com os colegas | Quem está fora do normal comparado com os colegas? |
| Compra no próprio nome | Tem gente registrando a própria compra? |
| Quem desfaz mais documento | Que unidade cancela mais nota que as outras? |
Na página da investigação, cada verificação é um cartão: título em português, "Olha em", "Como funciona", selo de sensibilidade e o botão Editar. O selo de estado diz Pronta, Pausada ou "Precisa de dado que ainda não chega".
Ligar e Desligar valem da próxima execução em diante, e desligar não apaga o que já foi encontrado. Apagar é definitivo e pede confirmação.
O formulário tem seis seções, sempre nesta ordem, e nenhuma pede nome técnico:
Trocar a aplicação limpa o que estava escolhido abaixo, e a tela avisa antes. Trocar quem é comparado recomeça a contagem de semanas das ocorrências: passa a ser outra coisa sendo medida.
Editar é do dono da investigação com permissão de criar alerta, ou de um administrador.
Três níveis: baixa, normal e alta. Baixa só levanta a mão diante de diferença grande, com bastante dado por trás. Alta aceita grupo menor e diferença menor, e traz mais ocorrências. Normal é o padrão.
Quando os números foram acertados à mão fora desses três níveis, o selo mostra ajustada. Escolher um dos níveis sobrescreve o ajuste.
Verificação que depende de um dado que ainda não chega ao seu ambiente fica desligada, com o motivo na frente e um atalho para avisar o consultor. Ela também pausa quando quem criou a investigação deixa de acessar a aplicação.